Várias pessoas são perseguidas por um assassino em série que mata suas vítimas durante seus sonhos. Enquanto os sobreviventes tentam encontrar a razão pela qual foram escolhidos, o assassino não desperdiçará qualquer oportunidade de matá-los.
A seguir uma pequena análise dos filmes da franquia "a hora do pesadelo".
A hora do pesadelo - 1984
Roteiro: Wes Craven
Se você é fã de filmes de terror, provavelmente, conhece Freddy Krueger, mas vamos explorar o que faz desse filme uma obra-prima do gênero e por que ele ainda nos assombra décadas depois. Começando com o aspecto mais notável do filme: o próprio Wes Craven conseguiu criar um enredo que não só estabelece uma tensão palpável, mas também introduz um vilão que se tornaria uma lenda: Freddy Krueger, interpretado magistralmente por Robert Englund. Falando em Freddy Krueger, vamos abordar um ponto interessante: sua caracterização. Freddy é, ao mesmo tempo, caricato e aterrorizante. Robert Englund conseguiu equilibrar humor sádico com um medo genuíno, tornando o personagem não só divertido, mas também verdadeiramente assustador. O design do personagem é icônico, com suas garras afiadas e a pele queimada, criando uma presença que se torna impossível de esquecer.
Entre as cenas memoráveis do filme, temos a famosa cena da banheira e a cena da cama (duas das minhas cenas favoritas). A cena da cama, com seu suspense e efeitos inovadores para a época, também se destaca como uma das mais intensas. Uma curiosidade interessante é a rápida participação de Lin Shaye, que mais tarde ficaria famosa por seus papéis em "Insidious". Sua presença no filme é um pequeno, mas interessante, ponto de conexão com outros grandes filmes de terror.
Em resumo, "A Hora do Pesadelo" é uma ótima combinação de inovação, design impressionante de personagens e uma narrativa que continua a ressoar com os espectadores. Freddy Krueger, com sua combinação de humor e horror, e as cenas impactantes do filme garantem que ele continue sendo um clássico do gênero. Se você ainda não assistiu, vale a pena conferir para entender o porquê deste filme ainda é tão relevante.
A hora do pesadelo 2 - a vingança de Freddy
Direção: Jack Sholder
Roteiro: David Chaskin e Wes Craven
Agora, vamos continuar nossa análise da saga "a hora do pesadelo" e mergulhar na sequência de 1985. Vamos explorar como o filme se compara ao original, suas mudanças e o impacto que teve na franquia. Se você está pronto para mais terror e um pouco de nostalgia, continue lendo!
Neste segundo longa, um adolescente é assombrado em seus sonhos pelo falecido assassino de crianças Freddy Krueger, que pretende possuí-lo para continuar seu reinado de terror no mundo real. Estamos em 1985 e, embora os efeitos visuais ainda sejam impressionantes, é interessante ver como eles evoluíram desde o primeiro filme. Freddy Krueger, interpretado novamente por Robert Englund, está diferente desta vez, mas parece que ele age de maneira mais forçada em algumas cenas. Algo que nos deixa intrigados é a motivação de Freddy neste filme. Por que ele quer que o garoto ocupe o seu lugar? A resposta fica vaga e deixa uma lacuna na narrativa. Além disso, o ritmo do filme parece mais lento em comparação com o primeiro. Freddy começa a agir fora dos sonhos, o que adiciona uma nova dinâmica, mas também faz com que o filme pareça menos intenso e mais arrastado.
Freddy acaba se tornando um pouco maçante com sua abordagem lenta. A diferença no ritmo e na forma como ele age pode fazer com que o filme se arraste um pouco. Além disso, há um mistério não resolvido: por que Freddy está dentro do garoto? Não existe uma resposta. Apesar de algumas boas cenas, como o começo da perseguição, o filme se concentra bastante em mostrar Freddy fazendo vítimas, mas não acrescenta muito mais à trama. A questão é: será que isso é suficiente para manter o interesse? Para algumas pessoas, inclusive a mim, sim. Finalmente, chegamos ao final do filme, que tem um toque grotesco e ruim para muitos, mas eu particularmente gosto dos efeitos práticos utilizados. Eles têm um charme próprio, que pode ser apreciado se você gosta desse tipo de abordagem no terror.
A hora do pesadelo 3 - guerreiros dos sonhos
Um psiquiatra familiarizado com o demônio dos sonhos Freddy Krueger ajuda os adolescentes em um hospital psiquiátrico a combater o assassino que está invadindo seus sonhos. Uma coisa que ajuda a manter a atmosfera de terror é a musiquinha de Freddy, marca registrada do personagem. Mas, infelizmente, o resto do filme pode ser descrito como um trash ruim, que deixa a desejar em vários aspectos. Um dos retornos esperados é o de Nancy Thompson, que volta ao enredo. Além disso, temos um jovem Laurence Fishburne, antes de se tornar o famoso Morpheus de "Matrix". É interessante ver esses atores em seus papéis iniciais, embora o filme como um todo não mantenha o mesmo nível de qualidade.
Apesar de algumas boas intenções, (o filme se torna uma espécie de x-man), com Freddy transformado em uma estranha entidade dos sonhos que agora mata as pessoas fora dos sonhos. Isso é uma mudança significativa na narrativa e pode ser visto como uma tentativa de revitalizar a franquia, mas o resultado final é, no melhor dos casos, questionável. Falando em efeitos práticos, ainda há uma certa qualidade a ser apreciada. Mesmo que os poderes de Freddy sejam horríveis e toscos, os efeitos continuam a ter um charme próprio que pode valer a pena para os fãs do gênero. O filme apresenta uma luta contra o esqueleto de Freddy no final, que é um exemplo clássico de efeitos práticos que, embora não sejam perfeitos, têm um valor nostálgico.
Uma crítica importante é a forma como o filme aborda o suicídio. A maneira como os "profissionais da saúde mental" tratam a questão é extremamente problemática, tratando-a como uma "fraqueza" em vez de abordar com a sensibilidade necessária. Esse é um ponto negativo significativo que pode afetar a percepção do filme por muitos. Em resumo, a hora do pesadelo continua a ser um filme com suas qualidades e defeitos. Embora a musiquinha do Freddy e os efeitos práticos ofereçam um pouco de valor, o filme como um todo pode ser visto como uma tentativa falha de revitalizar a franquia. Se você é fã dos filmes de terror, ainda pode encontrar algum valor nesse "trash ruim", mas não espere por uma obra-prima.”
A hora do pesadelo 4 - o mestre dos sonhos - 1988
Direção: Renny Harlin
Roteiro: Wes Craven, William Kotzwinkle e Brian Helgeland
Em a hora do pesadelo 4 - o mestre dos sonhos, lançado em 1988. Freddy Krueger retorna mais uma vez para aterrorizar os sonhos dos guerreiros dos sonhos restantes, bem como os de uma jovem que pode derrotá-lo para sempre. Começamos com uma premissa interessante: Cristy, a nova protagonista, começa a trazer outras pessoas para seus sonhos. Uma ideia inovadora para o universo da franquia, mas também cheia de potencial para situações bizarras e horríveis, como um cachorro urinando laser, que definitivamente marca o tom surreal e perturbador do filme.
As mortes iniciais no filme são rápidas e impactantes, mas Freddy Krueger continua a ser o centro das atenções com seu humor cômico. Enquanto alguns gostam dessa abordagem mais leve, outros podem achar que isso diminui o medo que Freddy pode causar. Uma das coisas que realmente gosto neste filme é o Freddy. Ele parece mais carismático e sádico, com uma personalidade que faz dele um vilão ainda mais memorável. Ele está agora, atacando em novos cenários, o que mantém a ação fresca e interessante. Outro ponto de destaque é a transformação de Sheila em uma barata, um exemplo clássico de efeitos práticos e body horror que são uma marca registrada da franquia. Esses momentos de transformação são tanto grotescos quanto fascinantes.
Freddy também usa Cristy como uma forma de atrair outras vítimas, o que adiciona uma nova camada de crueldade ao seu comportamento. Esse método sádico é um dos aspectos que mais se destacam neste filme. Embora o filme tenha muitos pontos positivos, há algumas fraquezas notáveis. Por exemplo, há uma cena onde Freddy parece ter uma fraqueza diante de um espelho, o que é um pouco confuso, já que no final do terceiro filme ele estava cercado por vários espelhos.
Em resumo, a hora do pesadelo 4 - o mestre dos sonhos é um filme que combina criatividade com um toque de absurdo. Embora tenha suas falhas, como a questão dos espelhos e alguns momentos forçados, ainda oferece uma experiência divertida e cheia de efeitos práticos que os fãs da franquia vão apreciar. Freddy Krueger continua a ser um vilão carismático e sádico, o que é sempre um ponto positivo.
A hora do pesadelo 5 - o maior horror de Freddy - 1989
Direção: Stephen Hopkins
Roteiro: Wes Craven, John Skipp e Craig Spector
A grávida Alice encontra Freddy Krueger atravessando a mente adormecida de seu filho ainda não nascido, esperando renascer no mundo real. Um dos principais pontos do filme é o retorno ao passado de Freddy Krueger, com foco na sua mãe e na origem de como ele foi gerado. Embora já soubéssemos um pouco sobre a história de sua mãe, o filme decide revisitar esse tema para explorar mais a fundo o background de Freddy.
Alice assume um papel central enquanto Freddy continua a fazer suas vítimas. Para os anos 80, os efeitos práticos continuam impressionantes, e isso é um grande ponto positivo. Mesmo que o roteiro deixe a desejar, os efeitos ainda são uma parte marcante do filme, proporcionando momentos visuais memoráveis.
Em resumo, a hora do pesadelo 5 - o maior horror de Freddy é um filme que traz de volta Freddy Krueger e explora novos aspectos do seu passado. Embora o roteiro possa ser questionável, os efeitos práticos continuam a ser um destaque e oferecem algo de valor para os fãs da franquia. A introdução de novos elementos, como os poderes da mãe de Freddy e a ideia dos sonhos dos recém-nascidos, adiciona um toque de inovação, mesmo que o filme não consiga manter o mesmo nível de excelência dos anteriores.
A hora do pesadelo 6 - Pesadelo final, a morte de Freddy - 1991
Direção: Rachel Talalay
Roteiro: Wes Craven, Rachel Talalay e Michael de Luca
Freddy Krueger, que assombra os sonhos, volta mais uma vez a espreitar os pesadelos do último adolescente sobrevivente de Springwood e de uma mulher cuja conexão pessoal com Krueger pode significa o seu destino. Lançado em 1991, esse é um dos filmes mais controversos da franquia. E, na minha opinião, um dos piores da franquia.
Começamos com a constatação de que Freddy Krueger, neste filme, se transforma em uma figura que, ao invés de causar horror, é mais cômica do que assustadora. Esse tom humorístico não funciona da maneira que deveria, resultando em um Freddy que nem é engraçado nem aterrorizante. Os efeitos práticos que, costumavam ser um ponto forte na série, aqui são simplesmente horríveis. Em vez de impressionar, eles falham em criar qualquer impacto visual significativo. Além disso, as mortes no filme são horríveis de uma maneira que não é intencionalmente chocante, mas sim mal executada. O que deveria ser uma parte essencial do terror acaba se tornando apenas um espetáculo desagradável.
Para piorar a situação, as piadas são chatas e forçadas. A tentativa de inserir humor é feita de forma tão ruim que acaba desmoronando completamente. E, para adicionar mais um ponto negativo, o filme tenta explorar o background da história de Freddy de uma forma que não agrega muito ao enredo e acaba sendo mais confuso do que esclarecedor. A introdução da filha de Freddy é uma tentativa de adicionar profundidade ao personagem, mas acaba sendo uma adição horrível que não faz justiça ao vilão.
De fato, pesadelo final é um exemplo clássico de como uma franquia (não que antes estivesse todos maravilhosamente bem, mas ainda existia algo que pudesse ser bem aproveitado) pode perder seu rumo e falhar em oferecer o que os fãs esperam. A tentativa de concluir a história de Freddy é, sem dúvida, um dos pontos mais baixos da franquia. Em resumo, a hora do pesadelo 6 - pesadelo final: a morte de Freddy é um filme que falha em todos os aspectos, desde os efeitos práticos até a construção de personagens e humor. É uma conclusão decepcionante para uma franquia que começou com tanta força. Se você está planejando assistir a este filme, esteja preparado para uma experiência ruim e um Freddy Krueger que deixou de ser o terror que conhecemos.
A hora do pesadelo 7 - O retorno de Freddy Krueger - 1994
Direção: Wes Craven
Roteiro: Wes Craven
Apesar de ser um filme interessante e com alguns pontos positivos, também tem seus desafios. Vamos analisar o que faz deste filme uma experiência única, mas que também pode se arrastar um pouco.
Uma força demoníaca escolheu Freddy Krueger como seu portal para o mundo real, enquanto Heather Langenkamp tentará desempenhar o papel de Nancy pela última vez e pegar o mal que tenta entrar em nosso mundo. Para começar, o retorno de Freddy Krueger é um filme que, apesar de ter uma premissa interessante, acaba sendo um pouco longo. Com uma duração de 1 hora e 52 minutos, pode parecer arrastado em alguns pontos.
Embora o filme tenha seu ritmo mais lento e possa se tornar chatinho após um tempo, ainda há algo a ser apreciado. O que se destaca é que, o longa o retorno de Freddy Krueger é provavelmente o melhor filme da franquia depois do original. Freddy Krueger continua sendo uma presença forte, e o filme consegue capturar um pouco da magia do primeiro filme. Mesmo com o ritmo arrastado, o filme mantém uma certa qualidade e traz uma sensação de nostalgia para os fãs da série. É uma tentativa de reviver o terror que fez o primeiro filme ser tão marcante, embora não alcance o mesmo nível de excelência.
Em resumo, a hora do pesadelo 7 - o retorno de Freddy Krueger é um filme que pode ser considerado um legalzinho para muitos. Apesar de seu comprimento e ritmo arrastado, ainda é uma boa adição à franquia e o melhor filme depois do primeiro. Se você é um fã da franquia, vale a pena assistir, mas esteja preparado para um filme que pode exigir um pouco de paciência.
Freddy vs Jason
Direção: Ronny Yu
Roteiro: Wes Craven, Victor Miller e Damian Shannon
Na sinopse do longa retirado do IMDb diz: Freddy percebe que não pode assombrar sonhos porque as pessoas não o temem mais, então pede a Jason para matar em seu nome na Elm Street. Agora Jason não quer parar de matar e Freddy não está disposto a deixar Jason governar Elm Street. Freddy vs. Jason, o tão aguardado confronto entre dois dos maiores ícones do terror. Lançado em 2003, o filme traz Freddy Krueger e Jason Voorhees se enfrentando de uma maneira que os fãs de terror sempre sonharam. Vamos analisar o que funciona e o que não funciona nesse duelo épico!
No início de longa, temos um resumão dos filmes anteriores das duas franquias. Isso é feito para contextualizar o confronto, especialmente, para aqueles que não estão totalmente familiarizados com a história de Freddy e Jason. É uma forma eficiente de atualizar o público sobre os eventos passados e preparar o terreno para o grande confronto dos dois. Agora, o grande ponto a se considerar é que este filme é essencialmente voltado para os fãs. Se você está ansioso para ver Freddy e Jason se enfrentando, vai encontrar exatamente isso. É um filme que entrega o que promete: um embate entre dois dos maiores vilões do cinema de terror slasher.
Enquanto o confronto entre Freddy e Jason é o principal atrativo, o filme pode não oferecer muito além disso para quem não é fã. É uma experiência divertida para os entusiastas dos dois personagens, mas deixar a desejar para quem procura uma história mais profunda ou um terror mais elaborado.
A hora do pesadelo - 2010
O espectro de um homem desfigurado assombra os filhos dos pais que o assassinaram, perseguindo-os e matando-os nos sonhos deles. Existem algumas referências do originais como a cena da banheira, mas de resto o longa não passa de uma tentativa fracassada inovar o primeiro e para finalizar a maquiagem de Freddy está horrível, o roteiro é horrível.
1,2, Freddy vai te pegar
3,4, é melhor trancar o quarto
5,6 pegue o crucifixo
7,8, fique acordado
9,10, não vai dormir
3,4, é melhor trancar o quarto
5,6 pegue o crucifixo
7,8, fique acordado
9,10, não vai dormir



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